03 – Edifício Joelma

Alunos, passamos o link da nossa aula de Domingo para que vocês possam assistir e/ou baixar o filme para o seu computador.

https://skydrive.live.com/redir?resid=3B63D85CF67A4393!127

* Lembramos que o resumo é sobre as condições de segurança do local.

* O que poderia ter ajudado naquela hora?

* O que faltou para minimizar a grande perca de vidas?

Pedimos ainda que os senhores possas entregar a pesquisa passada na aula do dia20/05/2012.

4 comentários em “03 – Edifício Joelma

  1. RELATORIO
    Edificio joelma é umn predio situado na cidade de são paulo foi inauguradoem 1971.tornou-se nacional e internacional quando, em fevereiro de 1974, um incendio provocou a morte de 188 pessoas.
    no dia 1 de feverereiro, 9:10 da manhã de uma sexta-feira,um curto-circuito em um aparelho de ar condicionado no 12° andar deu inicio a um incendio que rapidamente se espalhou pelos demais pavimentos.
    quinze minutops após o curto-circuito era impossivel descer as escadas que, localizadas no centro dos pavimentos, não tardaram a serem bloqueadasd pelo fogo e fumaça.sem ter como dexar o predio, muitos tentaram abrigar-se em banheiros e nos parapeitos das janelas.Outros sobreviventes consentraram-se no 25° andar, que tinha saida para os dois terraços.helicóptero foram acionados para auxiliar no salvamento.
    RESUMO DE BOMBEIRO JUNIOR

  2. bombeiros voluntarios BR 116-norte

    relatorio sobre o incendio do edificio joelma

    o video relata a historia de um dos piores incendios no brasil que foi o do edificio joelma
    em são paulo ocorrido no dia 1 de fervereiro de 1974 baseado no livro(somos seis) de francisco candido xavier ou simplismente
    chico xavier. o joelma 23° andar envolve tos os fatores reais que aconteceram no incendio alem tambem de mostar a
    questão do espiritismo.
    o filme retrata a historia de umas das varias do incendio vitimas ele começa mostrando a jovem lucimar tendo um sonho sendo que nesse sonho meio que profetico lucimar ver o predio andraus
    onde 2 anos antes esse mesmo predio teve um incendio de grandes proporções e desde então ela estava vivendo grandes acontecimentos que envolvia incendios.. mas nisso ela nunca imaginou que viveria uma tragedia unica em sua vida.. outras coisas que tambem devemos nos remeter que nos questiona diante a atuação do corpo de bombeiros no momento do incendio as vezes se pensamos que se eles tivessem agido de outra forma poderia ter salvado mais pessoas.ocasionalmente ou melhor os dados nos mostram que a primeira chamada as nove horas e dez minutos da manhã onde dois minutos depois as viaturas dos quarteis mais proximo ja se deslocava para o local do incendio. mas chegando la o fogo ja tinha tomado proporções tão absurdas.helicopteros ja eram chamados para auxiliar no salvamento mas não conseguiram muito sucesso pelo o fato de que o predio não tinha ponto de pouso e isso dificultou o trabalho do corpo de bombeiros qunado chegaram la se depararam com as pessoas ja tomadas pelo o fogo fumaça e chamas e ainda por cima do predio estava em pessima condições sem escadas de incendios as chamas provocaram pane no sistema eletrico e tinha tomado todo o material inflamavel do predio mais era evidente que faltou coisas fundamentais para o salvamento como as proprias escadas de incendios necessariamente a falta foi na estrutura do predio.para o mlehor salvamento. no final o fato ocasionou 188 mortes mais de 300 feridos que fizeram com que o joelma fosse lembrado por muito tempo como um dos maiores indendios do brasil e repercutiu na midia mundial.
    (resumo do aluno a bombeiro gabriel)

  3. O edifício Joelma, atualmente denominado edifício Praça da Bandeira, é um prédio situado na cidade de São Paulo. Foi inaugurado em 1971.

    Com vinte e cinco andares, sendo dez de garagem, localiza-se no número 225 da Avenida Nove de Julho, com outras duas fachadas para a Praça da Bandeira (lateral) e para a rua Santo Antônio (fundos).

    Tornou-se conhecido nacional e internacionalmente quando, em 1 de fevereiro de 1974, um incêndio provocou a morte de 187 pessoas.[1]

    Índice [esconder]
    1 Construção
    2 Incêndio
    2.1 Resgate
    2.1.1 Personagens
    2.2 Consequências
    2.3 Repercussão na mídia
    3 Fama de mal-assombrado
    3.1 O Crime do Poço
    4 Ver também
    5 Notas e referências
    6 Ligações externas

    [editar] ConstruçãoO prédio foi construído utilizando-se uma estrutura de concreto armado, com vedações externas de tijolos ocos cobertos por reboco e revestidos por ladrilhos na parte externa. As janelas eram de vidro plano em esquadrias de alumínio, e o telhado de telhas de cimento amianto sobre estrutura de madeira.[2]

    O subsolo e o térreo seriam destinados à guarda de registros e documentos; entre o 1° e o 10° andar, ficariam os estacionamentos; e, do 11° ao 25°, as salas de escritórios.[2]

    [editar] Incêndio
    O edifício no momento do incêndioConcluída sua construção em 1971, o edifício foi imediatamente alugado ao Banco Crefisul de Investimentos.[3] No começo de 1974 a empresa ainda terminava a transferência de seus departamentos quando, no dia 1 de fevereiro, às 08:54 da manhã de uma sexta-feira, um curto-circuito em um aparelho de ar condicionado no 12° andar deu início a um incêndio que rapidamente se espalhou pelos demais pavimentos.[1] As salas e escritórios no Joelma eram configurados por divisórias, com móveis de madeira, pisos acarpetados, cortinas de tecido e forros internos de fibra sintética, condição que muito contribuiu para o alastramento incontrolável das chamas.[2]

    Quinze minutos após o curto-circuito era impossível descer as escadas que, localizadas no centro dos pavimentos, não tardaram a serem bloqueadas pelo fogo e fumaça.[3] Na ausência de uma escada de incêndio, muitas pessoas ainda conseguiram se salvar descendo pelos elevadores, mas estes também logo deixaram de funcionar, quando as chamas provocaram a pane no sistema elétrico dos aparelhos e a morte de uma ascensorista no 20° andar.[2]

    Sem ter como deixar o prédio, muitos tentaram abrigar-se em banheiros e nos parapeitos das janelas.[2] Outros sobreviventes concentraram-se no 25° andar, que tinha saída para dois terraços.[4] Lembrando-se de um incidente similar ocorrido no Edifício Andraus dois anos antes, em que as vítimas foram salvas por um helicóptero que se aproveitou de um heliporto no topo do prédio, eles esperavam ser resgatados da mesma forma.

    [editar] ResgateO Corpo de Bombeiros recebeu a primeira chamada às 09:03 da manhã. Dois minutos depois, viaturas partiram de quartéis próximos, mas devido a condições adversas no trânsito só chegaram no local às 09:10.[2]

    Helicópteros foram acionados para auxiliar no salvamento, mas não conseguiram pousar no teto do edifício pois este não era provido de heliporto;[1] telhas de amianto, escadas, madeiras e a fumaça do incêndio também impediram o pouso das aeronaves.[3]

    Os bombeiros, muitos deles desprovidos de equipamentos básicos de segurança, como máscaras de oxigênio, decidiram entrar no prédio para o resgate, tentando alcançar aqueles que haviam conseguido chegar ao topo do edifício. Foram apenas parcialmente bem sucedidos; a fumaça e as chamas já haviam vitimado dezenas de pessoas. Alguns sobreviventes, movidos pelo desespero, começaram a se atirar do edifício.[1] Mais de 20 saltaram; nenhum sobreviveu.[3]

    Apenas uma hora e meia após o início do fogo é que o primeiro bombeiro conseguiu, com a ajuda de um helicóptero do Para-Sar (o único potente o suficiente para se manter pairando no ar enquanto era feito o resgate), chegar ao telhado.[3] Já então muitos haviam perecido devido à alta temperatura no topo do prédio, que chegou a alcançar 100 graus celsius.[1] A maioria dos sobreviventes ali conseguiu se salvar por se abrigarem sob uma telha de amianto.[3]

    Por volta de 10:30 da manhã o fogo já havia consumido praticamente todo o material inflamável no prédio. O incêndio foi finalmente debelado, com a ajuda de 12 auto-bombas, 3 auto-escadas, 2 plataformas elevatórias e o apoio de dezenas de veículos de resgate.[2]

    Às 13:30, todos os sobreviventes haviam sido resgatados.[2]

    [editar] PersonagensA ampla cobertura da imprensa tirou do anonimato muitas das vítimas do incêndio e pessoas envolvidas diretamente nas operações para seu salvamento. Diversos veículos de comunicação reproduziram seus relatos e histórias da tragédia, que reunidos ajudaram a reconstruir os momentos dramáticos do incêndio.

    Joel Correia – instalado com seu telescópio numa das extremidades do Viaduto do Chá, comunicou à rádio Jovem Pan a existência de sobreviventes no edifício, mesmo com o incêndio dominado e os pilotos de helicóptero não avistando mais feridos a serem resgatados. Mais tarde o comandante do Serviço de Salvamento do Corpo de Bombeiros reconheceu a ajuda, afirmando que as vítimas estavam realmente vivas e foram salvas.[3]
    Rolf Victor Heuer – Gaúcho, então com 54 anos, passou mais de três horas sentado em um dos parapeitos do edifício esperando para ser resgatado. Enquanto aguardava fumava vários cigarros, e sua imagem de aparente tranquilidade foi captada pelas câmeras dos noticiários de televisão e amplamente reproduzida. Antes de ser salvo, ainda conseguiu subir ao 19° andar, onde acalmou uma mulher que ameaçava se jogar de uma janela.[3]
    José Roberto Viestel – Gerente do estacionamento do edifício, estava em casa quando foi acordado com a notícia do incêndio. Tentou chegar ao local e, impedido pelo trânsito caótico, deixou as chaves de seu carro com um guarda e seguiu a pé. Lá chegando, ajudou os manobristas na retirada dos veículos guardados para evitar o risco de mais explosões, e quando as mangueiras dos bombeiros começaram a falhar providenciou as do estacionamento, que ele mesmo testava uma vez por semana, para o combate ao fogo.[5]
    [editar] ConsequênciasDos aproximadamente 756 ocupantes do edifício, 188 morreram e mais de 300 ficaram feridos.[1] A grande maioria das vítimas era formada por funcionários do Banco Crefisul de Investimentos.[1]

    A tragédia do Joelma, que se deu apenas dois anos após o incêndio no Edifício Andraus, reabriu a discussão popular com relação aos sistemas de prevenção e combate a incêndio nas metrópoles brasileiras, cujas deficiências foram evidenciadas nos dois grandes incêndios. Na ocasião, o Código de Obras do Município de São Paulo em vigor era o de 1934, um tempo em que a cidade tinha 700.000 habitantes, prédios de poucos andares e não havia a quantidade de aparelhos elétricos dos anos 70.[6]

    A investigação sobre as causas da tragédia, concluída e encaminhada à justiça em julho de 1974, apontava a Crefisul e a Termoclima, empresa responsável pela manutenção elétrica, como principais responsáveis pelo incêndio. Afirmava que o sistema elétrico do Joelma era precário e estava sobrecarregado. Além disso, os registros dos hidrantes do prédio estavam inexplicavelmente fechados, apesar de o reservatório conter na hora do incêndio 29,000 litros de água.[7]

    O resultado do julgamento foi divulgado em 30 de abril de 1975: Kiril Petrov, gerente-administrativo da Crefisul, foi condenado a três anos de prisão. Walfrid Georg, proprietário da Termoclima, seu funcionário, o eletricista Gilberto Araújo Nepomuceno e os eletricistas da Crefisul, Sebastião da Silva Filho e Alvino Fernandes Martins, receberam condenações de dois anos.[8]

    Após o incêndio, o prédio ficou interditado para obras por quatro anos. Com o fim das reformas, foi rebatizado de Edifício Praça da Bandeira.

    [editar] Repercussão na mídiaPouco depois da tragédia, uma pequena produtora norte-americana produziu o curta-metragem Incendio, contando as causas e consequências do fogo, utilizando técnicas de animação gráfica e imagens da cobertura da imprensa.

    Em 1979 foi rodado o filme Joelma 23º Andar, baseado no livro Somos Seis, do médium Chico Xavier, no qual se conta a história de uma garota que morreu no incêndio (Volquimar Carvalho dos Santos, sendo que no filme ela era interpretada com o nome de Lucimar). O papel da protagonista foi interpretado pela atriz Beth Goulart.

    No dia 30 de junho de 2005, o programa Linha Direta da Rede Globo, exibiu o quadro Linha Direta Mistério, com o caso Joelma.[9]

    Em 5 de julho de 2008 foi transmitida no Jornal da Record uma reportagem da série “Bombeiro: Herói de Todos”, que relembrou o incêndio, mostrando várias cenas da tragédia e o difícil salvamento. Nessa mesma reportagem foi abordado o incêndio do Edifício Andraus, ocorrido em 1972; o caso do Bateau Mouche, barco que afundou na Baía de Guanabara em 31 de dezembro de 1988, matando várias pessoas; e do Elevado Paulo de Frontin, que desabou sobre carros e ônibus em 1971, matando mais de 40 pessoas.

    [editar] Fama de mal-assombradoA tragédia acabou ajudando a espalhar entre a população rumores de que o terreno onde o prédio foi construído seria amaldiçoado, com especulações de que ali até o final do século XIX teria sido um pelourinho, e que fantasmas rondavam o local.[10] Durante o incêndio, treze pessoas tentaram escapar por um elevador, mas não conseguiram. Os corpos, não identificados, foram enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, em São Paulo. O fato acabaria sendo a inspiração para o chamado “mistério das 13 almas”, que atribui a elas diversos milagres.[5] A fama de mal-assombrado aumentou ainda mais após a divulgação de que ali teria sido local de diversos assassinatos, no chamado “Crime do Poço

  4. Data: sexta-feira, dia 1º de fevereiro de 1974

    Hora de início: aproximadamente 08:50 horas

    Vítimas: 179 mortes e 300 feridos
    Depois eu deixo meu comentário!!
    Número de ocupantes: estavam no local, por volta de 756 pessoas

    Origem: aparelho de ar condicionado no 12º andar; exames posteriores demonstraram que havia uma ligação de outro pavimento, sem controle daquele em que estava

    Número de andares: vinte e cinco

    Ocupação: subsolo e térreo destinados à guarda de registros de documentos dos escritórios; do 1º andar ao 10º para estacionamento aberto e do 11º ao 25º, ocupados por escritórios.

    Tipo de construção: estrutura de concreto armado com vedações externas de tijolos ocos cobertos por reboco e revestidos por ladrilhos cerâmicos na parte externa. As aberturas para janelas eram de vidro plano em esquadrias de alumínio. O telhado era de telhas de cimento amianto sobre estrutura de madeira. Nos escritórios, a compartimentação interna era feita por divisórias de madeira e o forro era constituído por placas de fibra combustível fixadas em ripas de madeira e a laje-piso era forrada por carpete.

    Desenrolar dos fatos: às 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar.

    Operações de Salvamento e Combate: O Corpo de Bombeiros recebeu o primeiro chamado às 09:03 horas. Dois quartéis mais próximos enviaram viaturas às 09:05 horas que devido às condições de tráfego, chegaram às 09:10 horas. O incêndio se propagava rapidamente pela fachada para os andares superiores. As pessoas do prédio haviam corrido para as laterais de banheiros e para a parte mais alta do edifício. Devido a grande dimensão do incêndio, em pouco tempo estavam no local 12 auto-bombas, 3 auto-escadas, 2 plataformas elevatórias e uma quantidade muito grande de veículos de salvamento que iniciaram um grande trabalho de retirada das vítimas e combate ao fogo.

    Término: ocorreu a extinção por volta de 10:30 horas

    Final do resgate: às 13:30 horas, todos os sobreviventes já haviam sido resgatados.

    Danos ao prédio: todo material combustível do 12º ao 25º foi consumido pelo fogo. O 11º andar não foi danificado. Foram pequenos os danos aos pilares e vigas; o esfoliamento mais severo de laje de piso foi no 11º andar. Engenheiros estruturais declararam não ter havido dano estrutural. Nenhum dano ocorreu às máquinas do topo do fosso de elevadores.

    Observações quanto ao salvamento: Muitas pessoas foram retiradas daquelas áreas de banheiros com auxílio das escadas mecânicas. As atitudes das vítimas foram variadas, muitos subiram ao telhado, outras ficaram nos andares se molhando com água das mangueiras, infelizmente 40 morreram ao pularem do alto do edifício para escapar do calor. No telhado grande parte se salvou ao abrigar-se sob as telhas de cimento amianto, os que não fizeram isso morreram sob os efeitos do intenso calor e fumaça. Apesar de não recomendado, a maioria dos 422 que se salvaram, escaparam pelos elevadores que conseguiram fazer descidas expressas pela habilidade dos ascensoristas e graças à demora do sistema elétrico dos elevadores ser afetado pelas chamas.

    Observações quanto ao sistema contra incêndios existente: havia somente uma escada comum (não de segurança, que tem paredes resistentes ao fogo e ventilação para evitar gases tóxicos). Não havia sistema de alarme manual ou automático de forma que fosse rapidamente detectado, dado o alarme e desencadeadas as providências de abandono da população, acionamento de brigada interna, acionamento do Corpo de Bombeiros e outras mais. Não havia qualquer sinalização para abandono e controle de pânico. Apesar da estrutura do prédio ser incombustível, todo o material de compartimentação e acabamento não era e não havia qualquer controle de carga-incêndio, por isso rapidamente o incêndio se propagou e fugiu do controle.

    Minutos iniciais

    Propagação horizontal e vertical

    Note as pessoas sendo retiradas pelas áreas de banheiros (áreas frias)

    O combate externo tem altura de alcance limitado

    A faixa vertical de banheiros possibilitou muitos salvamentos

    O incêndio tomou toda a área de escritórios

    O socorro aéreo é difícil devido ao calor e fumaça intensos

    Ao final do sinistro, os sobreviventes no topo do edifício

    Enorme painel de fumaça em toda fachada

    Veja grandes tragédias (Histórico)

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